Cabeça e Pescoço

Sistema Esquelético






O. Frontal



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.


Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.


O. Occipital

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O. Esfenóide

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O. Etmóide



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O.Temporal

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O. Parietal



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O. Vômer



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O. Zigomático

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O. Maxila



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O. Palatino

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O. Nasal

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Conchas Nasais



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

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Ossos da Órbita



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

Vista Lateral do Crânio



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

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Vista Medial do Crânio



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

Vista Superior do Crânio



Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

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Vista Inferior do Crânio

Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.



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O. Mandíbula



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Fonte: SOBOTTA, Johannes. Atlas de Anatomia Humana. 21ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2000.

Músculos da Face

Vista Anterior



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Vista Lateral



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

M. da ATM



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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Músculos do Pescoço



Vista Anterior



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Vista Lateral




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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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ATM



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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Cavidade Bucal



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Sistema Respiratório











Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

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Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Sitema Linfático



Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

Vasos e Nervos da Cabeça e Pescoço











Moore, K. L. & Dalley, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 2ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2004.

Moore, K. L. & Dalley, A. F. Anatomia orientada para a clínica. 2ª ed. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2004.


Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.




Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional,Quinta Edição, CHINIRO YOKOCHI, JOHANNES W ROHEM,ELKE LUTJEN-DRECOLL.


Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional,Quinta Edição, CHINIRO YOKOCHI, JOHANNES W ROHEM,ELKE LUTJEN-DRECOLL.




Atlas Fotográfico de Anatomia Sistêmica e Regional,Quinta Edição, CHINIRO YOKOCHI, JOHANNES W ROHEM,ELKE LUTJEN-DRECOLL.

Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.




Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.


Fonte: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.

























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LISTA DE MATERIAL E INSTRUMENTAL PARA DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO
Uniforme branco completo e avental
Óculos de proteção, luvas descartáveis, máscaras, gorros
Pinça clínica
Espelho plano 5
Explorador de ponta reta
Condensadores duplos para amálgama tipo Ward 1 e 2
Condensador duplo para amálgama tipo Clev-dente 21
Esculpidor de Hollemback 3S
Brunidor de Bennet 33
Esculpidor discóide/cleóide
Porta-matriz tipo tofflemire
Porta amálgama
Tesoura mundial pequena de ponta reta e fina
Rolos de matriz de aço(5 e 7mm)
Caixa de cunhas de Madeira
Rolo de fio dental
Caneta de alta rotação
Micro-motor + contra-ângulo Kit acadêmico
Saca-brocas

Placa de vidro
Pote dappen
Bandeja plástica para Dentística
Pinça perfuradora de Ainsworth
Brunidor 29(Kit Odontopediatria)
Brunidor de Sulco( Kit Odontopediatria)
Pinça porta-grampo
Grampos: 201*,205,209,210*,14* e 14A *
Arco plástico de Young
Caixa de lençol de borracha
Adaptadores para baixa rotação
Lençol de linho/camurça
Lamparina à álcool
Taças de borracha
Escovas Robinson
Porta- hidróxido de cálcio
Espátula para manipulação de materiais de forramento
Brocas: 329(3), Esféricas ¼* e 1/2/* 1011*, 1012 *, Troncocônica 699 *
Escova de aço para limpeza das brocas
Pontas marrom, verde, azul para polimento do amálgama *
Manequim de periodontia
MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA RADIOLOGIA I
Jogo de posicionadores (Jon ou Fabinject)
Uma caixa de luvas
Copo descartável
Álcool(500mL) 70%
Máscara
Papel Toalha
Sobreluvas
Papel filme(Rolopac/magipac)
Lupa
Envelopes
Cartela de papel para radiografia
Secador de cabelo
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Termos Anti-sépticos e Desinfetantes

Contaminação- é a existência de microorganismos patógenos sobre superfícies corporais ou em objetos inanimados como: pisos, paredes, assim como em ar, água e alimentos.
Séptico- a existência de microrganismos ou de suas toxinas em áreas que normalmente não as possuem, o que indica que estão contaminados.
Materias críticos- são instrumentos ou dispositivos que se introduzem diretamente na corrente sanguínea ou em outras áreas do organismo geralmente estéreis. Quando estão contaminados conduzem a um maior risco de infecção.
Materiais semi-críticos- são os materiais com baixo risco de infecção que não tem contato direto com o paciente ou somente com a pele sã. Estes materiais devem ser limpos com um detergente apropriado e água e em alguns casos serem submetidos a desinfecção.
Descontaminação- é o processo de remoção dos microrganismo produtores de enfermidades, permitindo que os objetos fiquem seguros para manipular.
Limpeza- eliminação física de material orgânico, pó ou qualquer material estranho dos objetos. Deve realizar-se com água com ou sem detergente acompanhada de ação mecânica e proceder aos processos de esterilização. A limpeza é mais destinada a remover do que para matar os microrganismos.
Detergente- agente sintético solúvel em água, efetivo para limpeza de superfícies e objetos enanimados.
Desinfecção- é o processo que permite eliminar a maioria dos objetos inanimados. Não é um procedimento que elimine os esporos.
Desinfetantes- substância química que se aplica aos objetos inanimados.
Anti-sepsia- implica na eliminação de microrganismo ou de sua inibição nos tecidos, fluidos corporais ou objetos. Não destrói obrigatoriamente todos os microrganismos, porém , reduz seu número. ->Método ou procedimentos utilizados para suprimir ou eliminar os microrganismos.
->Discutir dois conceitos: *técnica asséptica média; *técnica asséptica cirurgica.
Anti-séptico- substância química que se usa em tecidos vivos para inibir ou destruir o crescimento de microrganismo com o objetivo de prevenir a infecção, a decomposição ou a putrefação.
Bacteriostático- é o agente que estando presente impede a multiplicação de bactérias.
Bactericida- é a substância que destrói toda a forma de vida bacteriana.
Esterilidade- é a ausência de toda a forma de vida. Um objeto, uma superfície ou uma área corporal está estéril quando reune esta condição.
Esterilização- é a destruição total de toda forma de vida microbiana.
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Introdução a Anatomia Dental

Anatomia Dental
Introdução ao Estudo da Anatomia Dental
Odontogênese significa formação dos dentes, por volta do 20° dia do desenvolvimento uterino, serão formados os 3 folhetos, inclusive o ectoderma no dorso do embrião haverá uma alteração, um espessamento formando a placa neural, sulco neural. E depois o tubo neural, daquela região o tubo neuroectoderme formará o sistema nervoso que tem origem na ectoderme, algumas dessas células já são marcadas geneticamente para migrarem ao estomódeo que forma a boca primitiva.
O epitélio do estomódeo se invagina, entra no tecido mesenquimal e se projeta como uma lâmina tanto na arcada superior quanto na inferior. As células que migram de neuroectoderma em direção a maxila e a mandíbula se aglomeram e sofrem mitoses ao redor dessas lâminas(forma em ferradura). A porção mais apical dessa lâmina também vai sofrer mitoses que fazem essas extremidades irem se dilatando e se transformando em forma de Botão, (as mitoses vão causando alterações a esse botão), com a aglomeração as células dessa região fica sem nutriçaõ e por isso o centro dessa região começa a ficar rarefeito e as células que estão ao redor vão tentar penetrar no centro, ou seja, o centro fica mais rarefeito de células e essas vão tentar entrar naquele botão e assim é chamado a fase de Capuz - nessa fase vai haver duas estruturas importantes o órgão do esmalte e a papila dental.
O órgão do esmalte é formado pelos epitélios externo e interno , no meio tem o retículo estrelado, que na verdade é um espaço que vai ter substância fundamental a polpa. O epitélio interno vai progressivamentemudar de posição e vai depositar na sua porção mais apical uma matriz orgânica que vai ser transformada em esmalte a papila dentária vai haver na sua periferia céluas fibroblásticas( tem a capacidade de se transformarem outras células) que irão se diferenciar em células cuboidais chamadas de odontoblástos, essas células odontoblásticas vão depositar uma matriz orgânica que forma a dentina, na periferia da papila dentária as células vão se diferenciar em odontoblástos e se deslocar no sentido da raiz ou para dentro( as células do esmalte para fora e odontoblástos para dentro).
O epitélio interno vai se diferenciar em ameloblástos, que são células produtoras de esmalte, e a papila na periferia vai ser formada por odontoblástos, que produzem dentina; A fase de capuz avança para a fase de coroa , quando a papila dental tiver odontoblástos na sua periferia e produzir a 1° camada de dentina, seja o manto, ainda que não mineralizada e sim orgânica, quando a dentina é formada deixa de ser papila para se tornar a polpa dentária, pois para ser polpa tem que estar envolta por dentina. Nesse monento que já passa a existir a dentina é denominada fase de coroa, enquanto isso continua a produção de de dentina e as células do epi, interno continuam se transformando em ameloblástos para começar a produção de esmalte. As cél. que eram epi. interno vão se deslocando para o retículo estrelado e vai deixando no seu caminho camadas de esmalte ainda que não mineralizada.
Na porção que forma dentina, os odontoblástos vão produzir camadas de dentina e aos poucos vai ter formado o esmalte, estrias de forma centrípeta; o crescimento da dentinavai ocupando o espaço da pólpa dentária; quando essas células estiverem bem próximas do epitélio externo para a atividade ameloblástica.
O epitélio interno e externos se encontram numa parte mais apical, dando uma idéia de coroa, esse ponto onde se encontram vai ser o colo dentário, a transição entre coroa e raiz. Primeiramente vai ser formada coroa com esmalte depois a formação da raiz. Com a união e o crescimento desses epitélio vai fomar a bainha epitelial de hertwing , essa bainha vai ser o guia da formação da raiz, a chamada base da rizogênese(formação da raiz). Enquanto isso, a polpa dentária, com suas células vão continuando a formar na sua periferia os odontoblastos para continuar formando a dentina( a dentina que era formada ao nível de coroa agora continua ao nível da raiz, na polpa dentária); vai ter os epitélios marcando a delimitação do que seria a raiz, vai ter primeiro a formação do esmalte e depois a formação da raiz delimintada pela bainha de hertwing.
A composição tissular dos dentes compoem: *esmalte- está restrito a coroa, junção amelo-cementária, união do esmalte com cemento;*cemento; * dentina- vai definir a cor e a forma do dente, junção amelo-dentinário, fica em profundidade entre esmale e dentina, junção cemento-deninária, fica em profundidade na raiz entre a cemento e a dentina,* Polpa, está circundada por dentina e possui vasos e nervos.
A junção amelo-cementária representa a junção do esmalte com o cemento, que é a porção que está na raiz. Algumas vezes pode ter o cemento cobrindo o esmalte e nunca ao contrário, pois primeiro se forma o esmalte(a coroa) e depois a bainha(forma a raiz). A área dessa junção é extremamente útil para diagnóstico, para identificação da posição da gengiva, de recessão gengival, posição de raiz.
A dentina é formada profundamente aoepitélio "interno", tanto a nível de coroa como aquele epitélio interno que se projeta para formar a bainha; a polpa dentária vai ter diferenciação nas suas células periféricas formando os odontoblastos, todos eles internamente, então a dentina está profundamente tanto no esmalte quanto ao cemento, ou seja, está presente na coroa e na raiz.
Na junção amelo-dentinária e na junção cemento-dentinária vai ter bastante a dentina em toda superfície dentária, ela vai definir a cor do dente e a forma do dente. Isso se confirma ,pois, o esmalte não muda com o passar do tempo, somente se sofrer desgaste.Mas, a dentina, ao longo dos tempos vai progressivamente crescendo e ocupando o espaço da polpa; a atividade odontoblástica é para dentro até quando a polpa for viva. Na medida que ocorre o aumento da dentina, ela vai ficando mais volumosa o que é natural visto que o dente fica mais escurecido mais acastanhado, menos branco com o passar do tempo.
A polpa é a única estrutura mole, tecido conjuntivo, vasos sanquíneos, células, líquido, substância fundamental a polpa. Está no centro do dente, circundado exclusivamente por dentina. O esmalte é uma estrutura mineralizada, 97% ou 98% de estrutura mineral, formada por fósforo, cálcio, uma hidroxila, que o conjunto forma os sais de hidroxiapatita. A estrutura microscópica do esmalte é o prisma; por ser mineralizado, o esmalte dentário precisa de uma superfície de repouso um pouco menos dura para dissipar a carga, pois senão ele quebraria fácil.
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Dia do Dentista


Hoje dia 25 de outubro comemora-se o Dia do Cirurgião Dentista porque foi nesta mesma data que em 1884, foi asssinado o decreto 9.311 que criou os primeiros cursos de graduação de odontologia do Brasil, no Rio de Janeiro e na Bahia. Uma protaria do Conselho Federal de Odontologia(CFO) tornou a data oficial para a comemoração do Dia do Dentista Brasileiro. Felicidades aos colegas e aos futuros colegas da classe, sucesso e saúde para o exercício dessa profissão que tanto amamos!!!

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IDENTIMAGEM



A tecnologia chegou aos consultórios odontológicos e já é uma das principais aliadas dos cirurgiões-dentistas na hora de elaborar tratamentos ou planejar cirurgias. A utilização de imagens geradas por Tomografia Computadorizada (TC) ganha o espaço das radiografias e fornece material capaz de gerar modelos tridimensionais em tamanho real dos dentes, ossos e estruturas associadas. E, como não poderia ser diferente, acompanhando esse avanço tecnológico a cidade de Maceió-AL Inaugurou nessa quinta-feira 14/10/2010, a mais moderna clínica de imagem odontológica do nordeste Identimagem. Parabenizamos aos idealizadores desse projeto por servir de exemplo para nós futuros odontólogos.

Recepção

Recepção + sala de espera

Internet para clientes, cafeteria e revistaria.









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ODONTO FEST


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